Mei, a chef de comida caseira, comeu sem querer uma sombrinha vermelha e, quando acordou de novo, era a segunda filha de uma pequena loja de shaw-bing de Yanjing. O pai já tinha morrido cedo, e a mãe viúva corria de casa para fora desde o amanhecer até tarde da noite para sustentar a família, sem sequer encostar os pés no chão. Diante de uma tropa de pequenos famintos “cabeças de rabanete”, Mei Nan só pôde pegar a espátula. Ela só queria alimentar o irmão e as irmãs, mas em poucos dias os vizinhos da viela chegaram com o cheiro. “Mei, irmã, você ainda tem a geleia de amora-silvestre que fez da última vez?” “Menina Meier, desses bolinhos de shaw-bing com meigan cai, me faz dez!” “Mei’er, o botequim ali da frente vai te encomendar vinte jin de joelho de porco ao molho!” A partir da habilidade de transformar comida comum em iguarias, Mei Nan virou rapidamente a referência culinária do beco inteiro, e o pequeno negócio da loja de shaw-bing prosperou. Os moradores pobres da viela, antes magros e cansados, ficaram de repente mais rodadinhos e cheios de esperança, o que acabou chamando a atenção do Comando Militar dos Cinco Cidadãos. Alguns oficiais vieram pessoalmente investigar o caso. Três dias depois, o Comandante Gu saiu da viela apoiado na parede, devagar, com uma fileira de subordinados bamboleantes arrotando atrás dele. “Pode tirar todo mundo daqui. Não tem dinheiro roubado nenhum. Só que a comida aqui é boa demais...” O Chefe Gu olhou para a placa da loja de shaw-bing e, de repente, sentiu que a vida tinha encontrado um novo propósito. Se todo dia pudesse comer pratos tão bons assim, o que mais querer? (Este texto está com proteção anti-pirataria ativada, com índice de proteção de 70%. Obrigada pelo apoio de todos, queridos.) ***Linha divisória de pré-lançamento*** O próximo livro é uma ficção gastronômica histórica — **Chefe Cósmico no Nível Máximo Enriquecendo no Romance de Época**. Mal recebeu o Prêmio Internacional de Chef de Ouro, Su Tang atravessou para dentro de uma obra. Ela surgiu como filha de um casal descartado de drama histórico; perdeu os pais ainda pequena, foi chamada de de “infortúnio” pelos moradores, e os avós a trataram como “estrela de funeral” da família. Trabalhava como mula sem tempo para se alimentar direito, e com apenas dezoito anos acabou morrendo de exaustão. Depois de atravessar, Su Tang, sem nem dizer palavra, arrumou uma pequena mala, puxou o irmão pela mão e fugiu. A família da avó querendo mantê-los como pequenos escravos? Impossível. Nunca. Os dois correram como fugitivos até a casa da avó na capital provincial e conseguiram entrar no complexo do distrito militar... num velhíssimo cortiço ao lado. Arrumaram o quartinho de tralhas para o irmão dormir, mas acabaram encontrando, por acaso, uma placa de restaurante toda quebrada. No momento em que pensava em como fazer negócio, Su Tang teve uma ideia: “é o próprio céu me dando comida!” Sem perder tempo, ela derrubou metade da parede do quartinho, pendurou a placa velha e abriu na rua uma pequena barraca de comida. O panelaço de cordeiro exalava vapor, o peixe cozido no caldo picante estava irresistível, o pato no forno soltava aroma a quilômetros, e até quem estava a oito ruas vinha comprar, quase derrubando a casa de tanta gente. “Tang, irmã, me faça vinte baozi de carne fresca!” “Tang, deixa cinco joelhos de porco ao molho pra noite!” “Tem pata de frango em molho azedo-picante? Quero também pescoço de pato com cinco especiarias!” Operários da fábrica lotavam o lugar; depois de comer o que Su Tang cozinhava, o índice de felicidade subiu em linha reta. O pessoal da residência do distrito saiu em movimento: uma comida tão boa e bonita assim, nem na capital tem! Líderes em inspeção discreta vieram atrás do cheiro; perceberam como podia ser boa a vida dos trabalhadores. Com o negócio crescendo, cada vez mais gente começou a se preocupar com o futuro dela. Com um talento assim, Su Tang podia casar com operário, com professora, até com universitário, tudo ok! Mas na festa de encontros, um homem de braços fortes a levantou direto do chão. Em frente a ela, um rosto bonito escuro como piche, os dentes cerrados com raiva. “Su Tang, você não se esqueceu que já tem um homem?” Diante desse sujeito de quase um metro e noventa, com uma aura de “estranho, não chegue”, o intermediário e o pretendente de encontro não conseguiram dizer uma palavra. “Isso... esse é o filho folgado do chefe de estado-maior do distrito militar que nunca foi um bom exemplo?” ************** “Ming Yan” A popular apresentadora de culinária com milhões de seguidores, Zheng Wanyan, atravessou para a Dinastia Ming e virou a cozinheira de uma família nobre. A posição era baixa, é verdade, mas ela tinha truques na manga; conquistar o filho tolo do senhorio? Coisa pequena! Recién chegada, Zheng a cozinheira se preparou de punho batendo para mostrar serviço na Dinastia Ming. Costelinhas de cordeiro caramelizadas com mel, pato selvagem assado em forno suspenso, caranguejo ao vapor com gengibre e cebolinha, pata de frango ao limão... Com tantas receitas modernas e suas “técnicas top” próprias, Zheng estava confiante, pronta para receber uma grande recompensa da casa do patrão. Porém, certo dia, uma criada lhe disse baixinho que o sobrenome da família era Zhang. Zheng, esperta, logo sacou o tabu: “Tem nome proibido, né? Então bolinho de polvo virou bolinho de lula!” A empregada balançou a cabeça: “O patrão tem nome de casa Zhang e nome pessoal Dai, e nome de cortesia Shigong.” Como um raio, tudo travou na mente de Zheng. Zhang Dai? O tal garoto milongos da Dinastia Ming? Lembrando que ela havia estudado à força **Tao’an Mengyi** na vida passada, Zheng sentiu um frio na espinha. Não era nem só “mexer com as ferramentas do professor”: era como brandir uma faca em frente à porta de um restaurante Michelin. Mas, pensando bem, com uma chance dessas de ter contato de perto com o ídolo, seria tolice não aproveitar? Zheng “Levanta a Cauda” Wanyan jurou: “Aprender não tem fim; quanto mais habilidades, melhor. Vou estudar e melhorar todo dia para estar pronta a servir o maior gourme de toda a Dinastia Ming!” Só que, por que o senhor Zhang a chamou para compilar receitas com ele? Além disso, o chef imperial ainda vai pedir a ela dezenove formas de preparar fruta fan-shi? E no fim, quando forem navegar para o ocidente, não vão precisar levar ela junto, né? Ela é só uma cozinheira pequena — por que espalhar a culinária da Dinastia Ming pelo mundo inteiro?
Cahaya pertama pagi baru saja menyentuh sudut menara di Gerbang Timur, namun di sepanjang jalan Pasar Utara sudah berjejer banyak pedagang kecil. Semakin banyak orang yang bangun pagi dan keluar rumah, berbagai teriakan dagangan pun semakin nyaring terdengar.
"Kue kacang, manis dan murah!"
"Kue kacang polong, potongan besar, ayo!"
"Lobak air, manis dan renyah, lobak air segar!"
Angin pagi musim semi masih membawa sedikit hawa dingin, membuat orang-orang yang baru saja bangun dari tempat tidur hangat tak tahan untuk mengerutkan leher. Namun aroma sedap yang menguar di jalanan begitu menggoda bagi mereka yang keluar rumah dengan perut kosong, sehingga mereka menoleh ke sana ke mari, mencari makanan yang mereka inginkan.
Dua pemuda sekitar dua puluh tahun, berpakaian sederhana, melewati tiga gang dan secara bersamaan melirik ke arah sana.
"Kakak ketiga, toko roti keluarga Wu masih belum buka!"
Pemuda yang dipanggil kakak ketiga menatap papan kayu yang tertutup miring seperti beberapa hari sebelumnya, lalu menghela napas.
"Keluarga Wu mengalami masalah, mana sempat lagi jual roti? Untungnya tidak ada yang meninggal."
"Hah? Masalah apa di keluarganya?"
"Kamu belum dengar? Masalah keluarga Wu, siapa di jalan ini yang tidak tahu?"
"Kakak ketiga, jangan jual mahal, sebenarnya ada apa?"
"Anak keluarga Liang di gang depan lulus ujian jadi cendekiawan, kamu tahu kan?"
"Siapa yang tidak tahu! Beberapa hari lalu a